Nichos de negócios – vendas e serviços – dicas para seu negócio não cair na crise.

Nizam Guanaes, em sua marcante frase, diz: enquanto alguns choram na crise, outros vendem lenços!

Pois bem! A crise é efêmera, temos que pensar em soluções e gestão rápida dos negócios, para não ter interferência da fragilidade momentânea.
Sempre friso que a gestão do negócio, deve estar perto dos olhos, muito perto, inclusive nestes momentos; então o fluxo de caixa, a boa administração é um passo excelente, para conter qualquer vulnerabilidade dos negócios e outras situações externas.

É claro que para algumas empresas, que ainda não pensam em ter uma gestão eficiente e veloz, essa é a dica, nunca é tarde, inicie já! Elabore o seu fluxo de caixa, mantenha as metas bem definidas, suas projeções e inclusive as margens de erros, com provisão de margem de erro.

Para quem atua no Brasil, vale observar a quantidade de nichos de negócios que podem ser explorados, temos uma grande população, diversidade de negócios que se bem observados geram mais negócios.
Vejam; segundo a empresa Check Express Group, a partir de seu banco de dados (Big Data) expos pelo seu Presidente, o Sr. José Mario Ribeiro, as seguintes estatísticas, apresentadas no gráfico abaixo:

grafico

* total de 128,7 milhões de pessoas, fonte Big Data, empresa Check Express Group

Por que não direcionar um produto ou serviço para as microempresas, os 2% representado no gráfico, são equivalentes a 3,3 milhões de empresas e por que não para os MEIs (micro empreendedor individual) que correspondem a 4,4 milhões.

Temos infinitos nichos de negócios que precisam ser observados continuamente, atentando para o que está em voga, as oportunidades, agregar valor e por aí vai.
Talvez Guanes em sua afirmativa inteligente, quis dizer em poucas palavras: use a imaginação e façam negócios.

Bons negócios
Marcelo Caixeta
marcelo@caisep.com.br

por marcelocaixeta

Dicas para seu negócio não cair na crise – corte de custos – água

Apesar de nosso planeta ser composto por 70% de água, esse bem é mais escasso do que parece. Pouco mais de 97% do total da água pertence aos oceanos, outros 2% estão presos nas calotas polares e geleiras. Assim nos resta 1% de agua potável para consumo humano.
Depois destes dados torna-se preocupante a escassez da água, 1% realmente é muito pouco, haja vista, que a evolução da população mundial não para e os recursos naturais sim. Hoje vemos os reflexos na maior Cidade do Brasil, São Paulo; as mídias veiculam frequentemente sobre a falta d’água e o limite do volume morto e necessidade de boas chuvas para suprir os reservatórios.
Mas então o que as empresas podem fazer para economizar, pensando também na água?
Conscientizando a equipe de trabalho, e adequando o seu negócio pensando em economia e sustentabilidade, é um grande passo. Os colaboradores serão fundamentais neste planejamento estratégico.
Para empresas que oferecem chuveiro para os funcionários, “grande vilão”; a conscientização em tomar um banho mais rápido além de poupar agua ao mesmo será reflexo em sua conta de energia.
A substituição de torneiras, eliminar vazamentos e modifica-las para as temporizadas, é uma grande sacada, bem como as descargas ecológicas.
Empresas estabelecidas em prédios comerciais, é sempre bom a manutenção preventiva para prevenir de vazamentos, monitorar as instalações até de uma maneira geral, traz boa economia no futuro.
Alguns pensam que a água não é sinônimo de economia, isso pode se pensar a curto prazo. Fazendo a gestão inteligente da água, no próximo mês notarão a redução, então desafio a multiplicação desta economia por 12 (um ano) e assim pense se valeu ou não. Além disso a responsabilidade social vem com valor agregado inestimável, e com certeza seus colaboradores serão multiplicadores desta gestão em seus lares, que consequentemente serão multiplicados por um numero significativo.
Assim como uma campanha de vendas a campanha para reduzir custos se faz necessária, é importante, lançar cartilhas informativos e reuniões sobre a gestão inteligente da água, para que o assunto sempre fique em voga e consequentemente tornar rotina.
Boas economias

•Fonte: Gestão inteligente da água – Sebrae/SP ano 2015.
Marcelo Caixeta
marcelo@caisep.com.br

por marcelocaixeta

Dicas para seu negócio não cair na crise – corte de custos – transporte

As empresas que utilizam de transporte para entrega de produtos, perceberam imediatamente a alta dos combustíveis, e agora como minimizar estes gastos?
Por que não utilizar alternativas sustentáveis?
O restaurante Piadina Romagnola http://www.piadina.com.br/ em São Paulo, ao invés de motos trocou suas entregas utilizando bicicletas, o empresário disse que economizou 30% nos gastos com transportes*.
Ótimo exemplo de redução de custos; sempre lembrando do planejamento, equipar o entregador, treinar, utilizar equipamentos de proteção, entre outros.
A utilização de bicicleta principalmente na grande capital São Paulo tem vários benefícios; a mesma ideia pode ser utilizada em diversos comércios em todas as cidades do Brasil.
A bicicleta já foi muito utilizada por comércios no passado; a rapidez das motocicletas e a redução de preços deste tipo de veículo devido à grande demanda, custo de manutenção e pouco consumo de combustíveis a bicicleta deixou de participar do cenário comercial.
Como diz o ditado “é como andar de bicicleta, nunca esquece”, as bikes como hoje popularmente são chamadas estão de volta com forca total; ciclovias, adesão como meios de transportes, utilização em esportes, é pujante a volta dela.
Há relatos que a primeira bicicleta foi desenhada por Leonardo Da Vinci por volta de 1490, mas não há dados oficiais quando a primeira foi utilizada; no ano de 1818, oficialmente foi patenteada a primeira bike na Europa.
Assim como utilizar de alguns métodos como este de redução de custos, é importante inovar e utilizar da expertise e Know-how do empresário para adequar os custos, mantendo sempre a qualidade de produtos e serviços.

* matéria veiculada na Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, pg 88 edição abril/2015

Planejamento e sucesso.

Dicas para seu negócio não cair na crise – corte de custos

No último post, falamos da importância do fluxo de caixa, uma das ferramentas mais conhecidas nos negócios do mundo, também chamada de cash flow.
Partindo do fluxo de caixa e as análises financeiras, os empresários começam a visualizar os custos, e nesses momentos turbulentos de crise em nosso País, o ideal é “puxar as rédeas” e controlar; uma das premissas é o corte de custo; cuidado! a redução ou eliminação, também faz parte do planejamento.
Vou dar um simples exemplo: Estive em um famoso café na minha cidade, que por sinal de altíssima qualidade, gourmet e todo o luxo possível, geralmente faço o mesmo pedido: a bebida e algo para comer. Pois bem, logo no pedido percebi que o cardápio teve alteração no layout e inclusivo nos valores, mas tudo bem o produto é bom! Na comida percebi também que houve o aumento do preço e redução de dois dos itens que acompanhavam o produto, não gostei!
Logo nesta situação pensei, “é a crise”, aumentaram o preço e reduziram a quantidade.
Se pensam que isso resolve, tenho minhas dúvidas, entendo que não!, eu já não sei se retornarei neste local.
O quero expor com o exemplo é que o planejamento das reduções e cortes, não podem deixar seus cliente insatisfeitos, em nossos dias com diversas opções e negócios muitos parecidos a fidelização não é muito comum.
Assim o planejamento de caixa que influencia nos produtos ou serviços, deve ser muito bem estudado e estruturado, pois o cliente é o item fundamental nos negócios e não podemos inviabilizar a sua permanência nos estabelecimentos comerciais e nos serviços prestados.
Então fica a dica, planeje o corte de custos, pense em coisas desnecessárias, analisem o seu fluxo de caixa; analise a telefonia, planos de internet, serviços tomados de terceiros, prazos de fornecedores, custo dos produtos comprados (não esqueça da qualidade na hora da decisão) entre outros diversos itens, que desde que esses analisados e comparados mês a mês, darão uma visão de tomada de decisão, negocie e se no final não conseguir manter o preço praticado, o que restara é realmente atualizar os valores.
Bons negócios.

por marcelocaixeta

Dicas para seu negócio não cair na crise

A dica fundamental é o controle; muitos empresários com o “corre corre” de suas exaustivas cargas de trabalho, preferem fazer seus fluxos de caixa de cabeça, do que pegar um lápis e papel, escrever e fazer contas.

Com tecnologia, hoje existem diversos softwares para gestão de fluxo de caixa que são excelentes para controle de pequenos e médios negócios.

O planejamento é valido, tanto para os negócios que estão a todo o vapor e para aqueles que estão visualizando a crise.

Sempre ouço muitos empresários dizendo que o seu negócio e bom e rentável; então, quando eu pergunto qual o lucro líquido e a viabilidade do negócio e outros números, opa! não sabem. Isso é muito comum, não temos cultura financeira de planejar, de controlar, não aprendemos isso na escola.

A grande diferença quando se há controle, é medir o seu negócio, isso faz com que a decisão seja antecipada e evite riscos. É claro que quando abrimos um negócio nunca se pensa em fecha-lo, mas aí que entra uma importante questão, a viabilidade.

Utilizando de simples ferramentas de controle, como o fluxo de caixa, inicia-se um ponto muito forte em controlar suas contas, observando o que entra e o que sai, e se consequentemente terá saldo positivo no caixa ou não. Com esse pequeno controle fica fácil e simples, planejar sua semana, quinzena e o ideal é o mês. Essa ferramenta é tão eficaz para o seu início de planejamento que logo estará fazendo o planejamento anual.

Neste primeiro estágio, verão a necessidade de aumentar as vendas, reduzir as despesas e planejar mais, a viabilidade do negócio simplesmente começa a aparecer, desde que sua empresa, não necessite de caixa, já é um ótimo começo.

Bons negócios.

Marcelo Caixeta
marcelo@caisep.com.br

Distribuição de Lucros X SPED

O polêmico tema SPED, sempre vem agregado a um calafrio!

No ano de 2.015 por exemplo, teremos as declarações FCONT, ECD e ECF, respectivamente com prazos de entrega a Receita Federal em 30/06 e 30/09.

A grande novidade é a ECF em substituição da DIPJ, tal declaração é responsável por informar todas as movimentações escrituradas pela contabilidade durante o ano, que por sua vez mostra ao fisco tudo o que ocorreu com as empresas, desde seu faturamento, pagamento de despesas e os lucros auferidos.

Está evidente que a cada dia, o fisco tem inteligência digital suficiente para em segundos, validar, conferir todas as informações das empresas. Em contrapartida, as empresas médias e pequenas estão acuadas pela altíssima carga tributária, planejando e re-planejando para conseguir uma margem de lucro suficiente e sobreviver.

Logo no início da implantação do SPED eu presenciei em palestras ministradas pela própria Receita Federal, que o sistema público de escrituração digital, seria uma das ferramentas mais importantes e marcantes da história tributária no Brasil; nesta apresentação uma pessoa pediu a palavra e lançou uma pergunta, sem medo:
– Tudo muito bom, muito eficaz para a Receita, e qual a vantagem para as empresas?
Eu já tinha a resposta comigo….!
O palestrante “patente alta” da Receita Federal, disse:
– Caro amigo, um dos intuitos do SPED, é reduzir a carga tributária…..!

Sinto na pele em nossas consultorias, as margens de lucro cada dia menores e os impostos maiores, então, nada de redução; não sei se o palestrante estava treinado para falar isso ou improvisou; este tema demanda muitos outros pormenores que não pretendo abordar aqui.

O que eu quero alertar aos administradores, consultores, colegas contabilistas e principalmente aos empresários, que o SPED, está muito à frente do que pensamos, todo o sistema está totalmente vinculado entre as esferas municipais, estaduais e federal.

A declaração ECD como exemplo, que já existia para algumas empresas no passado, este ano abarcou as empresas do Lucro Presumido, com uma condição: declara aquelas empresas que distribuíram aos seus sócios mais lucros que o permitido pela legislação.

Opa, o que querem com isso?

A Receita agora quer saber o que realmente as empresas estão fazendo (todas as empresas), como distribuem os lucros aos sócios e quanto distribuem, por que, e qual o critério, entre diversas outras informações.
Tecnicamente com estas informações, abrem-se leques de questionamentos facilitando várias validações de confronto de informações por parte do fisco.

No próprio site do SPED, tem o passo a passo para o cálculo da distribuição de lucros conforme determina a legislação em vigência, link abaixo.

http://www1.receita.fazenda.gov.br/noticias/2015/junho/noticia-15062015b.htm

A dica para os empresários é simples, mantenha a sua empresa no controle!

Bons negócios.

STF – Não há incidência de ICMS na transferência interestadual de mercadoria, mesmo que ocorra transformação

Tributário nos Bastidores

Conforme já destacamos em outro post (*), o STJ entende que não incide ICMS na transferência interestadual de mercadoria da mesma empresa, mesmo após a LC 87/96.

E isto porque, segundo o referido Tribunal, na transferência de produtos entre “estabelecimentos” de mesma propriedade não há circulação de mercadorias, muito menos transferência de titularidade do bem, requisito necessário para a incidência do ICMS.

Pois bem, o STF também tem reafirmado constantemente o mesmo entendimento.

De fato, em um julgado proferido em 30.05.2014 pela Primeira Turma do STF se verifica que a Corte Suprema “tem-se posicionado no sentido de que o mero deslocamento de mercadorias entre estabelecimentos comerciais do mesmo titular não caracteriza fato gerador do ICMS, ainda que estejam localizados em diferentes unidades federativas” (ARE 756636 AgR, Relator:  Min. Dias Toffoli, Primeira Turma, publicado em 30/05/2014).

 Um mês depois da publicação do julgado mencionado, o STF, agora pela Segunda Turma…

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por marcelocaixeta

Justiça Federal concede liminar para afastar o ICMS da base do PIS/Cofins sob a égide da nova lei (Lei nº 12.973/2014)

Tributário nos Bastidores

O conceito de receita bruta foi alterado  pela Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014 que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2015 (art. 119).  Pela interpretação da nova norma, a base de cálculo do PIS e da Cofins cumulativos será a partir de 2015 a receita bruta considerando os tributos sobre ela incidentes, inclusive o ICMS, agora, por disposição expressa da lei.

Esta alteração terá reflexo nas ações ajuizadas até 2014, que tratam da exclusão do ICMS da base de cálculo do Cofins,  pois a lei mudou e será necessário entrar com outra ação para afastar a nova lei (*).

O nosso escritório entrou com um Mandado de Segurança para afastar a nova lei e obteve liminar. Em verdade, o direito do contribuinte é assegurado pela Constituição Federal e não pela lei, daí porque, mesmo que a lei tenha mudado, o fundamento do direito de…

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por marcelocaixeta

É possível realizar a distribuição desproporcional de juros sobre o capital próprio? CARF

Tributário nos Bastidores

Depois da publicação do post “Quando o pagamento de Juros sobre o capital próprio é mais vantajoso do que a distribuição de lucro ou dividendos, muitas pessoas manifestaram interesse em saber se é possível ocorrer distribuição desproporcional de juros sobre o capital próprio – JCP.

Isso decorre do fato de que, tanto os JCP, como a distribuição de lucros são formas de rendimento do capital e, muitos juristas, entendem que ambos teriam natureza jurídica similar.

Por outro lado, nas sociedades limitadas, a política de distribuição dos lucros pode ser desproporcional e realizada de acordo com a vontade dos sócios, desde que exista cláusula do contrato social, sem que isto implique em perda da isenção que se concede a essas verbas (conforme post “A distribuição desproporcional de lucro nas limitadas é possível e isenta de IR e Contribuição previdenciária se atendidos alguns requisitos”).

Essa questão foi submetida ao…

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por marcelocaixeta

Nem sempre optar pelo Simples é vantajoso

Tributário nos Bastidores

Simples Nacional é um regime especial tributário facultativo e irretratável durante o ano-calendário, que oferece tratamento diferenciado e favorecido às microempresas – ME e empresas de pequeno porte – EPP, no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atualmente regulado pela Lei Complementar nº 123/2006.

Para fins de opção e permanência no Simples Nacional, poderão ser auferidas em cada ano-calendário receitas no mercado interno até o limite de R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais) e, adicionalmente, receitas decorrentes da exportação de mercadorias ou serviços para o exterior, desde que as receitas de exportação também não excedam R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais).

O Regime se aplica em especial: (i) na apuração e recolhimento dos impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; (ii) no cumprimento de obrigações trabalhistas e previdenciárias, inclusive obrigações acessórias. Abrange os…

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por marcelocaixeta